O drama da TV Fuji, “Shiawase ni Narou yo“, tem a mistura da beleza e a inteligência de Haruna (Meisa Kuroki), uma mulher misteriosa envolvida em uma agência de casamentos arranjados.
Uma atriz versátil que fez seu nome grande através de séries e filmes de gigante bilheteira, um após o outro, compartilha seus pensamentos sobre shows televisivos e sobre casamento.
O que a televisão tem em comum com sua infância?
Quando eu era pequena, eu amava assistir a shows de variedade, como o “A Dog’s Life” (1998) e “Laughing Dog Adventures” (1999). Quanto aos dramas, eu amei a atuação de Ken Harada em “Terry and Dolly“, ela é bem cômica. Um drama que me impressionou, de verdade, foi “Tell him you love” (1995). Nesta época, eu estava na segunda série e eu assistia a essa série com a minha irmã, que tinha 10 anos de idade.
Que aparição sua na TV você considera memorável?
A minha aparição mais memorável foi em “Kaze no Garden” (2008). Adorei trabalhar junto com o Kuramoto Satoshi e o Kiichi Nakai. O drama também me estimulou muito a trabalhar duro para ser digna de contracenar com atores que tinha mais tempo de estrada do que eu.
Curiosamente, toda a equipe era muito unida. No final das gravações, nós sempre iamos jantar todos juntos depois de um intenso dia. E, mesmo nos jantares, nós continuávamos a falar sobre trabalho, sobre a vida e como poderiamos todos melhorar. Era realmente divertido e proveitoso.
Quando você leu o script pela primeira vez, qual foi sua primeira impressão?
É um tipo de comédia romântica da qual eu nunca tentei. Até o presente momento, eu só havia participado de comédias, então achei que seria bem legal (risos). Então eu li sobre a minha personagem, Haruna, e descobri que ela era uma mulher misteriosa (risos). No começo da história, essa mesma mulher se sente inalcançável. Dai, o Katori (Shingo) a conhece, e sente atraido por ela. Nisso, a comédia começa a se expandir e a expor os sentimentos de ambos.
A Haruna é destinada a ser parte de uma agência de casamentos. Como você recebeu essa notícia?
Honestamente, eu nunca pensei em casamento desta forma. Não como um encontro realistico através de uma agência de casamentos. Mas, antes de fazer este trabalho, eu procurei pela internet e achei uma agência de casamentos para mulheres que estavam na casa dos trinta anos. Estas mesmas procuravam por homens com informações similares as delas, então eu acredito que este tipo de serviço seja realmente maravilhoso de se participar.
Se você se tornasse membro de uma dessas agências na vida real, o que você procuraria?
Eu nunca tive muitas experiências envolvendo amor a primeira vista ou jamais colocaria a aparência de alguém como fator principal. Não tenho particularidades. Hmm, eu acho que como eu sou muito envergonhada, eu adoraria conhecer pessoas que não são nada envergonhadas. Recentemente eu vi um comediante na televisão enquanto eu jantava e ele queria de toda a maneira comer pudim, como uma criança. Acredito que impulsos como esses precisam ser combatidos (risos). Talvez este comediante fosse o tipo ideal de muitas mulheres, mas eu sou me considero adulta. Prefiro homens maduros.
No amor e no casamento, o que é válido?
Eu vejo o amor e o casamento como sentimentos não muito distantes. Não que eles sejam a mesma coisa. O casamento é uma extensão da imagem pré-definida do amor. No caso, eu tenho três irmãs, cada uma com sua casa e sua família. Elas estão no caminho objetivo de formar uma família com crianças. Mesmo felizes, minhas irmãs sempre me dizem para não me casar tão cedo (risos).
Dizem que depois que você se casa, a vida social muda completamente. Então, o que é o mundo do casamento para Kuroki?
“É o sentimento de proteger e amar um ao outro ainda mais“. Olhando para as minhas irmãs e suas famílias, eu fico bem feliz e sinto vontade de um dia querer me casar e ter uma família também. Como o Makoto (Hira) disse no drama, a chance de conhecer alguém em um encontro as cegas através de uma agência pode ser algo bem legal e atrativo, uma vez que não é algo habitual de se fazer.
Mande uma mensagem para os telespectadores!
Como o título sugere (“Eu me torno feliz“), eu espero que as pessoas que começam a semana através da escola, do seu trabalho e se sentem cansadas, possam ver o drama como uma válvula de escape para seus problemas. Então, por favor, fiquem de olho no drama! Espero que todos possam encontrar o caminho da felicidade.
Veja outras imagens tiradas durante a entrevista










Fonte: MSN TV Japan + Beam Beaver (obrigado pela dica!)
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Recentemente, no site oficial do drama “Shiawase Ni Narou Yo”, a TV Fuji divulgou uma entrevista que fez com Meisa. A tradução, você confere a seguir!
Aviso: O texto pode contar alguns erros básicos de tradução, mas nada que altere seu sentido original.
O que um drama do “Getsu 9″ parece ser?
Existem várias facetas dentro do drama e o anúncio dele como parte do “Getsu 9” só dava a idéia de uma dessas facetas. O Katori (Shingo) e o Huziki (N.) procuraram adaptar todos os elementos de uma comédia romântica. Tanto que no drama tem comédia de uma maneira bem dosada. Falando em comédia, a minha experiência com este gênero é bem limitada. Certamente este será um desafio bem maior do que em “Ikanaki Yaikenainatteiu”. Para falar a verdade, será o meu maior desafio. Ao menos, é nisto que eu acredito.
A personagem “Haruna” que você irá interpretar, segue que padrão feminino?
Existem vários mistérios a cerca dela. Mas acredito que ela é uma personagem bem transparente e será assim por todo o drama.
Na primeira vez em que eu li o script, a Haruna era descrita como uma personagem que facilmente encanta o público. Em contrapartida, a personagem quer sempre ser amada e nisso procura seu verdadeiro amor, mesmo lidando frequentemente com sua timidez feminina. Então, a Haruna conhece o Makoto Taira (Katori) e pede ajuda a ele. Dai, as coisas vão se complicando. O como eu ainda não posso revelar! O que eu posso dizer é que a Haruna não é uma personagem que confia fácil nas pessoas e não se deixa levar, mas é bem tímida quando o assunto é amor, já que ela praticamente nunca teve experiências nesse campo.
Como o público irá simpatizar com a “Haruna”?
A Haruna é daquele tipo que sempre foi criada em casa e as pessoas podem se sentir um pouco mais próximas dela por causa disso. De qualquer forma, você sempre pode acabar se surpreendendo com ela. Mesmo os homens ficarão confusos.
A Haruna deixa explicito que ela vive na solidão e por isso mesmo procura um parceiro.
O que você acha do tema do drama?
O nome do drama é “I become happy”, o que isso significa para você? Por exemplo, o casamento feliz entre um homem e uma mulher? Ou você considera a felicidade de cada um, individualmente? Acredito que as pessoas das mesmas gerações, conforme mais velhas forem, irão partilhar desse pensamento. Eu, enquanto mulher, não consigo imaginar-me casada e nem como seria isso. Porém, como o drama se passa basicamente em uma agência de casamentos, a felicidade presente na história transborda. Assim, eu me sinto tecnicamente casada.
O que você acha da imagem vendida pelas agências de casamento?
Por coincidência eu vi que um amigo tinha um site de uma agência de casamento. Por curiosidade, eu resolvi tentar fazer uma busca de acordo com as minhas preferências, escolhendo altura, cor do cabelo, o quanto recebia por mês e vários outros fatores até que eu pudesse atingir a próxima página. Os resultados apresentados foram impressionantes.
Eu não acredito muito em amor a primeira vista, em um primeiro momento. Então eu sou bem criteriosa em relação ao amor. Então, eu me pergunto, como as pessoas lidam com esses detalhes de casamento? Quer dizer, eu me sentiria extremamente anciosa até conhecer a pessoa e ver como ela realmente é.
Depois que eu li o script, eu consegui assimilar melhor a idéia e entendi a importância dessas agências na vida das pessoas.
Qual sua impressão do Katori (Shingo)?
O Katori já teve diferentes papéis, passando por diversos tipos de gêneros em dramas e filmes. Ele expressa seu sorriso de maneira brilhante e dá a impressão de ser bem centrado. Quando estou junta dele, eu me sinto bem a vontade.
Qual a sua impressão do Huzinoki?
O Huzinoki nos deu uma grande ajuda, chegando até mesmo a co-atuar em algumas cenas que pareciam ser difíceis de serem rodadas. Inclusive ele comentou, brincando, que depois da participação dele, as cenas até pareciam mais naturais. Ele tem um rosto familiar e me lembra alguém que eu já conheci antes.
O nome do drama é “I become happy”. O que você pensa disso?
Neste exato momento, meu ideal de felicidade se baseia nas fotos e nos vídeos que eu vi da minha sobrinha e do meu sobrinho, que minha irmã mandou-me a pouco. A felicidade para mim é mais do que pensar em si mesmo. É dar ênfase nos sentimentos dos outros, respeitando seu espaço. Para, no fim do dia, poder deitar sua cabeça no travesseiro e se sentir satisfeito.
Eu procuro praticar isso no dia-a-dia e me sinto bem comigo mesma.
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Mantenha a felicidade com um dos seus ideais no dia-a-dia e lute por ela, mesmo que você se sinta frustrado(a), não espere muito da vida ou se julgue muito ocupado. Em dias difíceis como esses, lutar por um ideal pode ser um ótimo estimulo. Espero que você possa deduzir isto ao assistir o drama, achando o seu “ponto de felicidade” ou simplesmente, definindo-o.
Fonte: FujiTV + Beam Beaver (obrigado pela dica!)
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Mais do que fazer música, o mundo fashion é algo do qual eu não consigo viver sem.
De onde você tirou a idéia de expressar este álbum em formato de revista?
K: Eu tenho trabalhado com música nos dois últimos anos e, a maneira como eu olho para a música agora mudou muito desde quando eu comecei a trabalhar com esta. Eu notei que eu queria transmitir isto tudo e a idéia da revista veio a minha mente. Tem até mesmo quatro páginas de entrevista inclusas. Mais do que fazer música, o mundo fashion é algo do qual eu não consigo viver sem, então eu pedi a eles (A Sony) que me criassem um CD em forma de revista.
Você disse que a maneira como você olha para a música mudou. De que maneira isto mudou?
K: Eu tenho vivido no mundo fashion desde a minha adolescência e eu sempre tive vários e vários adultos e outras pessoas com maior experiência que sempre me ajudavam. Devido a isto, eu assumi o papel como Kuroki Meisa; como uma atriz. Escondendo a maneira como eu penso e sinto se tornou uma segunda natureza para mim. Isto me deixou inconfortável e eu comecei a pensar em como eu poderia me expressar mais abertamente.
Quando pensei nisto, eu decidi que eu entraria para o mercado da música, assim como eu queria ter feito antes de assumir a minha carreira. Mas, de primeira, eu não sabia o que eu queria realmente transmitir com a minha música ou qual seria a serventia dela. Então eu decidi que eu criaria música que falariam abertamente quem eu era e os problemas que eu tive de passar na minha adolescência. Assim eu comecei a escrever minhas próprias músicas aos poucos e comecei um blog. As pessoas que ouviam minha música deixavam comentários na minha BBS e em 2010 eu tive meu primeiro concerto. Com este concerto, eu pude ver o rosto de meus fãs e suas reações. Eu pude ver por mim mesma o porquê eu precisava mostrar minha música ao mundo. Eu quero expressar esta mudança (em minha mente) através deste álbum.
Então este álbum representa o seu verdadeiro “eu”, e não a sua personalidade como atriz chamada Kuroki Meisa?
K: Exatamente.
A impressão que eu tive quando ouvi o álbum era o de sentimentos honestos que cobrem uma grande parte das emoções humanas.
K: Naturalmente. Até agora eu procurava mostrar a imagem de uma mulher forma em minhas atividades musicais. Mas até mesmo pessoas fortes tem seus pontos fracos, partes delas mesmas que elas querem esconder e eu imaginei que se eu mostrasse estas fraquezas aos outros e se eu pudesse admiti-las para mim mesma, então eu poderia me tornar uma pessoa mais forte. Então, o que você viu até agora é a autêntica pessoa que eu sou. A mesma que todas as noites vai para casa, se sente fraca e tudo mais.
Foi difícil no começo ou você achou que nem precisava ter coragem?
K: Eu precisei de muita coragem. No meu coração, eu senti que eu precisava mostrar parte de mim mesma e enquanto eu brincava de mulher forte, isto requeria muito das minhas forças. Mas eu acho que todos tem seus pontos fracos. Eu decidi que se eu mostrasse minha verdadeira personalidade isto ajudaria algumas pessoas que estão em eterna luta consigo mesmas, portanto, valeu muito a pena. Mostrar meu lado fraco se tornou um mini tema para este álbum. (risos)
Ouvindo o álbum, parece que a primeira impressão é de descontentação e irritação, então você nos deixa ver seu coração e a maneira como você quer ser aceita, terminando o álbum com um sentimento gentil.
K: Heh heh. (sorriso largo) Durante a produção, eu imaginei se eu realmente estava conseguindo mostrar o meu verdadeiro “eu”. Eu coloquei músicas das quais eu queria cantar e tentei mostrar o que sentia sem pensar muito sobre isso.
“Say Good Night” é exatamente desta forma, como um tiro certeiro para o coração.
K: Exatamente. (risos)
“As I Am” expressa este sentimento de “ponto fraco”, assim como a confusão em não entender a si mesma.
K: Esta foi realmente difícil para mim. (risos) Eu acredito que “As I Am” expressa algo que muitas pessoas passam. Então eu não conseguia expressar de maneira direta o que eu pensava; portanto eu usei expressões mais retóricas. No fim, acabou servindo.
É preciso uma balança para atuar e fazer música
Que música deixou uma profunda impressão em você?
K: “LOVEHOLIC” foi um desafio para mim. Eu tenho trabalhado com a produtora Kami Kaoru desde o começo e ela é como uma irmã mais velha para mim. Ela sempre me pergunta que tipo de música eu quero usar para me apresentar. Esta música foi nova e definitivamente divertida. Eu cantei-a com sentimentos mais neutros (risos). Também, “BYE BYE MY FRIEND” e “CELEBRATE” foram gravados em Los Angeles. Então, eu decidi me apresentar com uma destas. Então, aproveitei que eu estava em Los Angeles e como já havia gravado-as, eu treinei-as também. Os criadores tiveram uma reunião bem estressante mas no final das contas, todos se divertiram nas gravações.
A faixa final, “Somewhere…” tem vários significados diferentes. Tem elementos de uma música de amor e faz com que eu e você nos sintamos no meio do nada olhando para este “lugar”.
K: Heh heh. Eu quero que as pessoas que estejam ouvindo consigam definir um próprio sentido para a música, colocando suas próprias circunstâncias e sentimentos. Isto dá um gostinho de “Continua…”. (risos)
Tirar as fotos para o álbum foi diferente da sua experiência normal com ensaios para revistas de moda?
K: Foi sim. Você não pode fazer o que normalmente faz todos os dias em um ensaio para uma revista. Mas você pode fazer o que geralmente se faz nas gravações de um clipe. Com a música e a foto da capa do CD, eu já sabia como eu deveria me comportar visualmente para o ensaio. Durante o mesmo, eu procurei “brincar” com o cenário, além de me divertir com as trocas de roupa e afins.
Que tipo que roupa você costuma usar?
K: Minhas roupas são quase todas pretas. Mas eu adoro usar uma jaqueta e qualquer coisa com brilho ou ainda que tenha esta mesma pegada.
É preciso haver uma balança para ser atriz e cantora?
K: Eu acredito que esta balança exista já que eu tenho tentado conciliar ambas as carreiras. Sabe, eu passo a maior parte do meu tempo matando meus sentimentos e quando eu estou trabalhando com música, eu deixo tudo vir a tona e explodir. Eu me sinto muito satisfeita por ter a chance de recomeçar em um campo totalmente diferente e eu quero continuar seguindo deste jeito.
Fonte: Oricon + Erin @ Gaijin Kanpai
Com o fim do ano passado e o primeiro hit em mãos, Meisa Kuroki dá um grande salto como artistas e anúncia seu primeiro álbum para este mês. “A música é um meio de expressar tudo aquilo que você quiser“, disse Meisa, e adicionou: “Baladas suaves e músicas dançantes estarão nesse álbum!“.
Além da carreira como cantora, Meisa ainda concilia a carreira de atriz, como é o caso do seu último sucesso de bilheteria “Space Battleship Yamato” que está a mais de um mês em cartaz.
O primeiro show solo (totalmente esgotado!)
“Houve todo um enorme esforço no ano passado para conciliar gravações, ensaios, etc. Mas a cada ano que passa, tudo fica mais rápido e eu quero tentar coisas diferentes. Especialmente na medida em que eu me sinto mais e mais realizada“, conta Meisa.
No mercado fonográfico desde 2008, começou a trabalhar em paralelo como atriz. Em outubro do ano passado, teve seu primeiro show solo, aonde cativou a platéia com um canto distinto e uma dança fora do comum. “A tensão foi muito alta, não há como negar. Mas olhando para trás, vejo que dei o melhor de mim“.
Diferente de um drama ou de um filme que não mostram nada demais, Meisa teve uma perfomance no palco com trajes sensuais em cima de uma cama. Perguntamos a ela se ela se sentia constrangida. Em resposta, ela disse imediatamente: “Eu nunca me senti envergonhada em relação a isso. Para a obra do artista ser completa, ele precisa se entregar, imaginando um palco como seu próprio mundo.”
Se quiser representar…
Assistindo aos clipes da Janet Jackson, começou a dançar aos 10 anos de idade. Depois, mudou-se para Tóquio aos 15, iniciando sua carreira como atriz, conciliando a dança em particular. “Ao dançar e se concentrar, é como se nada pudesse se tornar mais importante que você no seu próprio momento“.
“Logo quando comecei, eu era uma principiante, então não havia possibilidade de conciliar a carreira de cantora e atriz ao mesmo tempo. Então, logo de início, oque mais me surgiu foram oportunidades no teatro e no cinema.” Assim, com o tempo e amadurecimento, ela resolveu iniciar sua tão aguardada carreira como cantora.
Será lançado este mês no dia 26 o seu primeiro álbum completo, “MAGAZINE“, álbum pelo qual os fãs esperavam a muito tempo. O mesmo tem seu último hit, “LOL!” e seu penúltimo single “5-FIVE-“, além de uma grande variedade de músicas, que vão desde músicas dançantes a baladas únicas. Além disso, as versões limitadas virão com um DVD, além de um livreto de 50 páginas com artigos, fotografias e entrevistas. Também será possível encontrar as letras de suas músicas e explicação para as mesmas.
A preocupação com os fãs
“Quando eu comecei minha carreira como cantora, eu criei um blog. No começo eu sentia que teria problemas para escrever nele. Pois, eu sempre acabo me abrindo muito e expondo minhas fraquezas, embora eu tente sempre parecer forte.”
Yamato, uma experiência valiosa
No ano passado, Meisa estrelou ao lado de Koji Yakusho, sensacional MC de dramas coreanos. Em particular, Meisa fez o papel de Yuki Mori em “Space Battleship Yamato“, aonde mostrou como pode ser ampla como atriz.
“Desde que eu fiz o filme e encarnei o papel de Yuki Mori, muitas pessoas tem me parado na rua para me dar um olá! e dizer o quanto gostaram do filme. Desta maneira, eu me sinto muito amada.”, contou a cantora.
“Além disso, se você gosta de Yamato e for ver o filme, você nota o como a energia do local acaba sendo grande. É como um vórtice, no qual você acaba se envolvendo por completo. Fico feliz de ter realizado este trabalho, pois ele foi muito difícil“, adiciona.
Respostas em relação ao futuro da atriz e cantora ainda não foram revelados, aumentando ainda mais as expectativas quanto a sua turnê nacional. Quanto ao pessoal, Meisa disse: “Este ano eu quero viajar por vários lugares. Mas eu voltarei em breve, como sempre. Afinal eu estou anciosa por ver meu sobrinho e minha sobrinha novamente!“.
“Ano passado, somente em Tóquio e por durante dois dias eu pude me apresentar. Agora eu quero cantar para todos os meus fãs pelo país. Afinal, eu recebi muitos pedidos através do meu blog e quero mostrar este resultado ao vivo, em respeito aos meus fãs, hoje e sempre.”
Fonte: Sankei EXPRESS Japan + BeamBeaver (obrigado pela dica!)
Tradução e adaptação feitas por niiwa. Favor não copiar sem os devidos créditos!
União de beleza e ambição!
O título de sua nova música, “LOL!” (laugh out loud) — é uma junção de palavras que significa rindo bem alto – descreve a ambição desta bela jovem! E ela ainda faz rimas na música!
Eu cantei de uma forma que eu pudesse me expressar
Oricon: “LOL” é uma música bem dançante e é bem diferente do que você tem feito até agora.
Kuroki: Desta eu desejei mostrar um outro lado da Meisa Kuroki, algo que eu ainda não tivesse feito ainda, então eu resolvi colocar minha dualidade em uma única música. Até agora eu tinha traçado um caminho monótono, porém, a partir de agora, eu estarei construindo minha própria imagem. Eu me imagino como uma espécie de estátua de mármore. Digo, não necessariamente desta forma, mas seria algo próximo a isso.
Oricon: Esta é a primeira vez que você usa o rap em uma das suas músicas.
Kuroki: Foi realmente divertido. Enquanto eu ouvia a demo, eu pensava: “nossa, isso é realmente legal mas, será que eu consigo fazer isso?”. Nós gravamos a música depois que eu me encontrei com a Angelina Jolie (Kuroki entrevistou Angelina enquanto a mesma esteve no Japão, promovendo o filme “Salt” no dia 28/7) e o resultado foi realmente satisfatório.
Oricon: Você não tinha tentado usar este tipo de voz nas suas músicas antes, então eu acredito que você não tenha precisado usar nenhuma segunda voz. Você está melhorando muito no rap, não é mesmo?
Kuroki: Muitíssimo obrigada! Eu vou rimar completamente da próxima vez (risos). JUNE (o compositor) foi realmente atencioso. Eu estava um pouco tensa enquanto eu estava tentando fazer o rap, e ele me encorajava dizendo: “vamos rir mais!”, “vamos tentar novamente!” e “OK!” (risos).
Oricon: Você poderia falar sobre o que se trata a música?
Kuroki: “Dualidade~!” Eu acho que agora eu estou começando a viver a minha própria vida da maneira que eu sempre desejei no meu íntimo, então eu tenho tido mais chances de rir mais e por isso eu sinto como se algo a mais estivesse despertando em mim. Eu não quero me arrepender de nada que eu tenha feito, tendo dito isto, eu acredito que eu vá seguir em frente sem fugir dos problemas. Afinal, as obstáculos aparecem na sua vida um após o outro e você tem de estar pronto para lidar com eles, pois se você não o fizer, ninguém mais o fará por você. É sobre isto que a letra fala.
Ultimamente eu comento com as minhas amigas o como eu consigo ser uma masoquista das grandes
Oricon: Na letra você diz: “a vida é amarga, mas pode ser doce,” esta linha não é um pouco impactante?
Kuroki: Ultimamente eu comento com as minhas amigas o como eu consigo ser uma masoquistas das grandes. Esse tópico sempre vem à tona quando o assunto é amor. É algo como “Deus, você é como aquelas heroínas das tragédias!”. Essa música é toda voltada à sensação de cair no riso e não se arrepender de nada, mas mesmo assim, com letras como “esses são os bons tempos”, também trás uma sensação de doçura. Mesmo que já existam músicas assim, eu não havia feito algo do gênero antes, então eu acredito que ter feito esta música foi como alcançar o que seria o ideal para mim. Quando eu estou para baixo e meus amigos estão ao meu redor, eles me perguntam: “Ei, você é masoquista?”. Então eu acabo notando o como os dias passam rápido e o como eles tem passado cada vez mais rápido para mim, então eu procuro aproveitar tudo ao máximo. É desta forma que eu me sinto no momento.
Oricon: A segunda música, “Be Like That” é sobre você não ter mais a sua maquiagem no quarto do seu namorado, mesmo quando já era um hábito a mesma estar lá. Assim sendo, o sentido é o de mostrar o como ele pode não notar enquanto você se esforça para ficar bonita para ele.
Kuroki: Honestamente, esta música é solitária e fútil. Eu provavelmente não seja este tipo de pessoa. Em “LOL!” eu me coloco como uma pessoa que procura estar de bem com a vida enquanto esta música é pura tristeza: é sobre um certo alguém que não consegue rir e por isto é deste jeito.
Oricon: Você é do tipo que fica do lado do seu homem não importando o obstáculo, certo?
Kuroki: Certo. As vezes eu fico imaginando que eu deveria parecer o mais fofa possível perante ele. Mas, honestamente, eu acho que uma mulher tem potencial para ser maliciosa ou partir para o ataque e ser bem chata até atingir seu objetivo, caso queira assim. Mas, no fim, se você acaba sendo assim, é bem provável que a outra pessoa em questão acabe odiando você. Pode parecer estranho, mas eu continuo fazendo exatamente o que eu disse. Eu acho que é desta forma que o coração de uma mulher funciona.
Fonte: oricon + Brigit (sociologique) @ LJ
Em sua primeira apresentação no Girls Award Fashion Show que ocorreu no Yoyogi National Stadium de Tóquio no último mês, Meisa Kuroki (22) entrou elegantemente pela passarela, usando um vestido dourado sem mangas de tirar o fôlego para dar a platéia uma perfomance extasiante de “SHOCK”, seu primeiro single.
O rosto de centenas de capas de revistas e incontáveis dramas de televisão se apresentou para uma platéia de mais de 10,000 pessoas com seu novo single “5-FIVE-”, fazendo assim sua estréia ao vivo.
Ela não pareceu nem um pouco afobada em sair do palco, se mostrando satisfeita e sendo parabenizada pela equipe que estava junto dela.
A mudança de “atriz que vira modelo e agora vira cantora pop” parece não ter sido nem um pouco difícil.
“Como atriz, a tendência é que o stress sempre aumente enquanto você interpreta diversos papéis e encarna eles, passando a imagem de alguém que você não é; Eu comecei a sentir que eu estava perdendo a minha própria personalidade“, disse Meisa durante uma entrevista ao “Akasaka Offices” da TBS.
“Eu procurar liberar estas tensões um tanto quanto selvagens através da música, que me permite expressar meus pensamentos e sentimentos para os outros.”
A nascida em Okinawa (Meisa) mostrou passos altamente contagiantes durante sua apresentação. “Eu amo dançar: Eu costumava dançar nas ruas quando era menor, e isto preocupava meus pais, então eu decidi ir para a escola (para aprender)” ela diz.
Deixando um pouco de lado sua carreira recém iniciada no mundo da música, Kuroki continua com a agenda cheia em meio a sua carreira de atriz e modelo que se extende desde vários filmes e dramas líderes de audiência no Japão ao rosto da Emporio Armani e da marca francesa de cosméticos L’Oréal.
A ocupada e multi-tarefada atualmente pode ser vista na série criminal da TBS “Shinzanmono” (Recém-chegado) no papel de Ami Aoyama.
“Enquanto estou nas filmagens de filmes, dramas televisivos ou estou me apresentando no teatro, o ponto chave é que eu estou atuando como um personagem que não sou eu. Entretanto, enquanto eu fizer música, eu poderei me expressar“, diz ela.
Kuroki — a mais jovem entre quatro irmãs — cresceu ao norte da ilha principal de Okinawa, vivendo “no meio do nada”, como ela mesma diz. “Não haviam lojas de conveniência, ou amigos ou até mesmo pessoas que eu conhecesse que não fossem do meu pequeno vilarejo, então eu muito raramente via outras pessoas, sendo assim, eu me sinto envergonhada quanto conheço novas pessoas. É muito difícil para mim conhecer várias e várias pessoas quase todo dia quando eu vou para Tóquio.“
Viver junto de suas três irmãs deu a Kuroki a confiança e a auto-estima necessária para que ela pudesse se erguer, entretanto ela admite que só revela seu lado sensível e sua verdadeira face quando está junto de alguém de sua confiança.
“Por sermos irmãs, nós brigávamos o tempo todo! Então é possível que alguém tenha a impressão de que eu possa ser tímida, mas quando você me conhece melhor, eu mostro o quão competitiva eu posso ser!“
Kuroki, que é um-quarto Brasileira, admitiu que seu primeiro contato com o entretenimento internacional se deu quando a mesma viu a cantora Janet Jackson em um canal de TV americano.
“Ela é uma grande influência para mim,” admite ela. “Eu adoro o modo como ela dança e eu assistia aos seus videoclipes para tentar copiar seus passos de dança desde que eu tinha 10 anos de idade.“
O grande “bang” de Kuroki se deu de maneira inesperada. Maho Ueno, empresária de gestão da Sweet Power declarou, “Nós ouvimos rumores sobre uma linda jovem, então nós enviamos uma equipe em busca da mesma em Okinawa.” Kuroki inicialmente ficou com o pé atrás quando a equipe resolveu bater na porta de sua casa.
“Eu tinha fortes dúvidas, afinal, eu tinha apenas 14 anos. Eu pensei sobre o que fazer por cerca de um ano. Então eu fui convidada para ir para Tóquio para participar das filmagens de uma série de TV.”
Após um breve período na Escola de Atores de Okinawa, ela se mudou definitivamente para Tóquio quando completou 18 anos. Inicialmente, ela modelou para a revista de moda feminina “JJ”, enquanto ensaiava para peças de teatro.
A aspirante a atriz fez sua estréia em “Kita-ku Tsuka Kohei Gekidan Butai”, peça que ela diz ter sido uma soberba experiência que a inspirou de várias formas.
“Eu estava realmente nervosa por ser minha primeira apresentação, então eu tentei me lembrar de que eu estava me apresentando para um público pequeno e que alguns deles provavelmente estariam dormindo. Então eu procurei atuar de uma forma que os fizessem ficar acordados! Eu acreditava que eu deveria dar o máximo de mim para encorajar mais e mais pessoas a virem a assistir a peça.“
“A peça apenas ficou em cartaz em Tóquio, então eu decidi que eu precisava melhorar mais e mais a ponto de poder aparecer na TV, então a minha família que estava em Okinawa poderia me ver — uma vez que estávamos tão distantes” ela diz.
A família dela a apoiou mesmo estando longe e Kuroki revelou que enquanto ela estava no telefone com suas irmãs, elas casualmente lhe diziam “Oh, nós lhe vimos naquele drama“, demonstrando que as mesmas tinham orgulho de sua irmã mais nova, que estava avidamente gravando.
Sua carreira de modelo continuou também a crescer e em 2006 ela trabalhou junto do renomado fótografo Kishin Shinoyama em um photobook, junto de sua amiga e companheira de agência Maki Horikita.
“(Shinoyama) era uma pessoa um tanto quanto misteriosa e esquisita” disse Kuroki. “Ele falava coisas irrelevantes e sem nexo continuamente, então eu ficava bem confusa! Eu nem conseguia puxar assunto, já que eu nem tinha idéia do que se passava na cabeça dele. Foi a primeira vez que eu conheci alguém assim!”
Em 2009, a Emporio Armani fechou contrato com a mesma, e logo seu rosto ficou estampado em vários outdoors de Tóquio.
“Eu estava muito feliz por ser uma modelo da Armani, principalmente por amar moda, e eu ficava olhando para aqueles outdoors da Armani em Omotesando” diz ela. “Não havia pressão, eu simplesmente abracei a chance. Então eu fui ver a coleção de Milão e conheci Giorgio Armani, que emanava uma gentil aura em sua volta!“
Deixando de lado o fator de ser capa de várias revistas e de aparecer em várias campanhas publicitárias, Kuroki continua se sentindo confortável para andar pelas ruas de sua nova casa. “Eu amo passear, então eu sempre coloco um boné ou algo do gênero para que ninguém me reconheça.”
Ano passado, ela teve de enfrentar diferentes papéis em sua carreira como atriz. Durante as filmagens, ela se dividia em uma sexy assassina de monstros no filme de Mamoru Oshii “Assault Girls” e em uma dançarina de ballet no filme de Chi-Ngai Lee “Dance, Subaru!”.
Atualmente ela pode ser vista no filme “Yajima Beauty Salon”, uma comédia que trás Takkaki Ishibashi e Noritake Kinashi (ambos da dupla de comediantes Tunnels) e DJ OZMA em roupas de drag queens, em uma história que gira em torno de um grupo de canto de Las Vegas.
“Eu sempre gostei (dos atores do filme) dos comediantes, e eles me pediram para aparecer no filme“, revela. “Eles são bastante populares entre as crianças e (uma das) filhas da minha irmã os ama.”
Agora em Dezembro, Kuroki poderá ser vista no filme “Space Battleship Yamato”, interpretando a icônica Yuki Mori. A única personagem feminina significante e conhecida da animação original de 1974.
“Foi realmente difícil para mim” ela admite. “A Yuki tem muitos fãs masculinos, então vários rapazes me pediam para que eu desempenhasse o meu papel o melhor possível, então as expectativas são bem altas. Afinal, vários deles estão, de certa forma, ‘contando comigo’, então este foi, provavelmente, o papel mais assustador que eu fiz até hoje. E tem mais, as filmagens foram feitas em frente a uma tela azul, então eu não tenho a menor idéia de como será o resultado final!“
Voltando novamente a falar da carreira musical da mesma, Kuroki tem fé de que seu single deixará as pessoas mais animadas neste verão.
“Eu queria ser ouvida por várias pessoas, então eu fiz uma música que pudesse ser tocada em festas” declara. “O videoclipe acompanha uma atmosfera de brilho com cores primárias, justamente da forma que eu queria mostrar.“
Ela resume, “Para mim, me apresentar ao vivo é tudo: Isso faz com que eu possa mostrar minha verdadeira personalidade.”
Fonte: Robert Poole @ Japan Times
Meisa gets high fives all round
Okinawa-born singer, actress and model talks about her career and new single ’5-Five-’
By ROBERT POOLE
Special to The Japan Times
Halfway through the first-ever Girls Award fashion show at Tokyo’s Yoyogi National Stadium last month, 22-year-old Meisa Kuroki strides down the catwalk, glistening in a sleeveless gold dress and black stockings while delivering her pulsing dance tune “Shock.”
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| Can’t stop the music: Okinawa-born Meisa Kuroki says her new single, “5-Five-,” is a party anthem for the summer. SWEET POWER |
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The face of a hundred magazine covers and countless TV dramas then blasts the 10,000-strong audience with her new single, “5-Five-,” her confidence belying that fact that this is her live debut.
She looks unflustered and delighted as she leaves the stage to be congratulated by her managerial team.
The move from actress-cum-model to pop singer has rarely looked so effortless.
“As an actress, stress tends to build up while playing different roles and pretending to be someone else; I started to feel I was losing my own personality,” Kuroki says during an interview at TBS’s Akasaka offices.
“I release those tensions in a wild outburst via music, which lets me convey my thoughts and feelings to others.”
Okinawan-born Kuroki’s live show also featured some high-energy dance moves: “I love dancing: I used to dance on the street, which worried my parents, so I decided to go to school (to learn),” she says.
Despite her nascent music career, however, Kuroki continues to pursue a busy acting and modeling career that entails working with many of Japan’s leading TV and film firms in addition to serving as the face of both Armani and French cosmetic brand L’Oreal.
The busy multitasker currently can be seen playing reporter Ami Aoyama in the TBS crime TV show ‘Shinzanmono” (“Newcomer”).
“Whether it’s doing movies, TV dramas or stage plays, the common factor is that I’m playing a character that isn’t me. But by making music I can express myself and my thoughts,” she says.
Kuroki — the youngest of four sisters — grew up in the north of the main island of Okinawa, living “in the middle of nowhere,” as she puts it. “There were no convenience stores, no trains; only buses,” she explains. “I was always with my family, or friends or people I knew from my very small community, so I rarely met strangers, which means I’m not very good with new people. It was really hard to get used to meeting lots of people almost every day when I came to Tokyo.”
Living with three sisters gave Kuroki the confidence to stand up for herself, but she admits she only reveals her true colors when she has gotten to know someone.
“As sisters we quarreled all the time! So though I might appear to be somewhat timid at first, when you get to know me, I can be very competitive!”
Kuroki, who is one-quarter Brazilian, says her first encounter with international entertainment was seeing Janet Jackson on U.S. TV channels.
“She was a big influence on me,” she admits. “I loved her dancing so much that I’ve been watching her videos and trying to copy her dance moves since I was about 10.”
Kuroki’s big break came unexpectedly. Maho Ueno, of the Sweet Power management firm, said, “We’d heard a rumor about this beautiful girl, so we sent a scout team to Okinawa.” Kuroki was initially dubious when the team turned up on her family’s doorstep, however.
“I had strong doubts, as I was only 14. I thought about what to do for about a year. Then I was invited to Tokyo to see the shooting of a TV drama.”
Following a brief stint at the Okinawa Actors School, she moved permanently to Tokyo at the age of 18. Initially, she modeled for girl’s fashion magazine JJ while rehearsing for theater plays.
The aspiring actress made her stage debut at Kita-ku Tsuka Kohei Gekidan Butai, which she says was a sobering experience that inspired her in more ways than one.
“I was really nervous as it was my first time on stage, and though there was only a small audience, some of them were actually sleeping, so I tried to act in a way that would wake them up! I thought I needed to try harder to encourage more people to attend the play.
“The play was only staged in Tokyo, so I wanted to improve to the point I could appear on TV, so my family in Okinawa could see me — given that we’re so far apart,” she said.
Her family offers her support from afar, and Kuroki reveals that while on the phone to her sisters, they casually say things like, “Oh, we saw you in that drama,” but they actually take a quiet pride in their younger sibling, avidly recording all of her work.
Her modeling work continued to increase, too, and in 2006 she worked with renowned photographer Kishin Shinoyama on a photobook, alongside fellow Sweet Power-actress Maki Horikita.
“(Shinoyama) was kind of mysterious and weird person,” Kuroki says. “He talked continuously, not only giving directions but also about seemingly irrelevant things, so I was very confused! I couldn’t get a handle on him at all, as I had no idea what he was thinking. It was the first time I’d ever met someone like him!”
In 2009, Armani came calling, and soon many Tokyo billboards sported her image.
“I’m simply happy to be an Armani model, because I love fashion, and I’ve long glanced up at the Armani billboard in Omotesando,” she says. “There was no pressure, and I simply jumped at the chance. I got to see the Milan Collection and meet Giorgio Armani, who has a kind of aura around him!”
Despite featuring on numerous magazine covers and appearing in various advertising campaigns, Kuroki still feels comfortable walking down the streets of her new hometown. “I love strolling about, and I just wear a cap or something,” she says.
This year, she tackles two very different roles in an already varied movie career that has seen her play such roles as a beast-killing hunter in Mamoru Oshii’s “Assault Girls” and a ballet dancer in Chi-Ngai Lee’s “Dance, Subaru!”
She currently can be seen in “Yazima Beauty Salon — The Movie,” a comedy starring Takaaki Ishibashi, Noritake Kinashi (both of comedy duo Tunnels) and DJ Ozma in full drag, in a story that revolves around a Las Vegas-based singing group.
“I always liked the (other actors) as comedians, and they asked me to appear in their film,” she says. “They’re quite popular among children, and (one of) my sister’s kids love them.”
Come December, Kuroki can be seen in “Space Battleship Yamato,” playing the role of the iconic Yuki Mori. The only significant female character in the 1974 animation, Mori is a well-known character.
“It was really difficult for me,” she admits. “Yuki has many male fans, so lots of guys were asking me to play the role properly, and expectations are high. Many of them said they were ‘counting on me,’ so it’s the scariest role I’ve done. What’s more, it was shot in front of a blue screen, so I’ve no idea how it’ll turn out!”
Touching upon her music career again, Kuroki expresses hopes that her single will help liven people up in the summer.
“I wanted it to be heard by a lot of people, so I made it a real party tune,” she says. “The accompanying video has a clublike atmosphere to convey the bright, primary color-based image I was after.”
She sums up, “For me, performing live is what’s it’s all about: It lets me show off my true personality.”
Meisa Kuroki’s new single “5-Five-” is out June 6 on Sony Music Records.